Atos ignorados de pessoa inexistente
Não pode existir o que não se conhece.
Machuque o que não se ama
São apenas seres humanos
Esqueça sempre da sua essência
Para não ter vinganças de espelho.
A vida banalizada
O assassino não esperava o mesmo fim
Prova da fraqueza do ego
Ferido pelo próprio tiro
Escorrendo todo o seu vermelho.
Construções melhores e mais nobres
Poderiam ter sido feitas
Em todo caso
O que nos resta agora...
Silêncio.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Reproduzindo a produção
Tão acostumado a ser você mesmo... Vê umas palavras que nem sequer são bem compreendidas, na verdade, lhe causam desconforto mental. E você segue, inteligivelmente, na sua mente induzida como uma promessa de espelho. Decorando a superfície.
Está escrito, está num livro bem aceito em larga escala pela mídia e críticos literários. Reproduzir isso lhe faz ser cool. Produto de matriz de outra, alguma personalidade.
Bom, quero ser quem eu sou. Sem rótulo, sem vaidade, em essência. Comer maçã. Saber sentir saborear. O saber sentido pelo saborear. Não pelo dos outros, apreciar pelo meu. Meu sentido.
Está escrito, está num livro bem aceito em larga escala pela mídia e críticos literários. Reproduzir isso lhe faz ser cool. Produto de matriz de outra, alguma personalidade.
Bom, quero ser quem eu sou. Sem rótulo, sem vaidade, em essência. Comer maçã. Saber sentir saborear. O saber sentido pelo saborear. Não pelo dos outros, apreciar pelo meu. Meu sentido.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Enquanto eu lhe amasso
Você é lindo
Sua beleza é descartável
Ignorante e idiota
Uma casca apreciável
Podre o conteúdo
Enquanto Goiânia envelhece
Você vai virar caveira
Sorrindo para os vermes
Entre poeira e feiúra
Mas tudo bem
Viva enquanto é tempo
Carpe diem
Continue cultivando a beleza exterior
Seja mais um
Não faz mal
Você é tão comum
É tão igual
Tipos assim, eu amasso
Bolinha de papel eu faço
E jogo fora com desdém
Isso até que surja alguém
Que valha a pena mudar
Estas práticas desnecessárias.
Sua beleza é descartável
Ignorante e idiota
Uma casca apreciável
Podre o conteúdo
Enquanto Goiânia envelhece
Você vai virar caveira
Sorrindo para os vermes
Entre poeira e feiúra
Mas tudo bem
Viva enquanto é tempo
Carpe diem
Continue cultivando a beleza exterior
Seja mais um
Não faz mal
Você é tão comum
É tão igual
Tipos assim, eu amasso
Bolinha de papel eu faço
E jogo fora com desdém
Isso até que surja alguém
Que valha a pena mudar
Estas práticas desnecessárias.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Como fugir do demasiado humano
Esta raiva lhe consome...
O ódio em seu coração
Só você sente
Enquanto o outro some
Não se esqueceu a ação
Você consente...
Sim, eu sei
É difícil de aceitar
Uma discussão inútil
Uma traição medíocre
Implicância idiota
Ímpeto ignorante
Sim, eu sei
É difícil de aceitar
O que não quer ganhar
Dar o estragado
Ninguém é obrigado
A receber e usar
E depois de tudo
Retribuir com um sorriso
Pelo mau serviço
Isso vai ser falso
Você vai ser falso
Devolver o lixo
Produz mais lixo
Devolvê-lo é pouco polido
Repassar o lixo para outrem
É um luxo esdrúxulo
Então, descarte o material sujo
Melhor, recicle!
O ambiente social agradece
Que a mágoa sentida seja perdoada
E não pensar assim somente
Para demonstrar boa índole
Isso vai ter troco!
Entender o que as pessoas são
E aceitar suas falhas, consequências
É perdoar a imperfeição
Inerente a qualquer homem
O perdão não é desmemoriamento
É a indiferença
Para com o demasiado humano.
O ódio em seu coração
Só você sente
Enquanto o outro some
Não se esqueceu a ação
Você consente...
Sim, eu sei
É difícil de aceitar
Uma discussão inútil
Uma traição medíocre
Implicância idiota
Ímpeto ignorante
Sim, eu sei
É difícil de aceitar
O que não quer ganhar
Dar o estragado
Ninguém é obrigado
A receber e usar
E depois de tudo
Retribuir com um sorriso
Pelo mau serviço
Isso vai ser falso
Você vai ser falso
Devolver o lixo
Produz mais lixo
Devolvê-lo é pouco polido
Repassar o lixo para outrem
É um luxo esdrúxulo
Então, descarte o material sujo
Melhor, recicle!
O ambiente social agradece
Que a mágoa sentida seja perdoada
E não pensar assim somente
Para demonstrar boa índole
Isso vai ter troco!
Entender o que as pessoas são
E aceitar suas falhas, consequências
É perdoar a imperfeição
Inerente a qualquer homem
O perdão não é desmemoriamento
É a indiferença
Para com o demasiado humano.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Eu vejo... Veja você também!
Momento cultural cedido na aula do Professor Manuel Lima Filho (Cultura Brasileira): eu, Marielle Sant'Ana, recitando o poema que escrevi "Eu vejo... ". Vamos ver também? =)
http://www.youtube.com/watch?v=mxXjWBaHlJs
http://www.youtube.com/watch?v=mxXjWBaHlJs
x x x x x x x x x x x x x x x
Eu vejo...
Fotografias modificadas por photoshop
Jovens, ou não, jogando em jogos on-line
Textos (que tal este?) em blog
Músicas baixadas via internet, formato mp3
Via a internet como algo estranho, dizia os avós...
E hoje muitos deles mandam e-mails para filhos e netos
Eu vejo...
As notícias tão rápidas, quase instantâneas, nos portais
Vídeos de pessoas não mais anônimas no youtube
Conversas de teclado no bate-papo, chat
Conversas de amigos, virtuais ou não, em msn
Livros com conteúdos completos em e-books
Álbuns de fotos nos perfis do orkut
Trabalhos pesquisados na wikipédia
EAD: nível superior, técnico, idiomas...
Eu vejo...
Uma outra vida no Second life
E muitas descobertas através do google
Isso não é feitiçaria
É tecnologia!
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